Oração do Divino Espírito Santo

Oração do Divino Espírito Santo.

Sinal da Cruz.

Venha Espírito Criador visitar a mente dos teus filhos, encher de graças os corações que criastes.

Sois chamado Paracleto, Dom do altíssimo Deus, fonte viva, fogo do amor e bênção espiritual.

Possuis 7 graças, sois o dedo da mão direita de Deus Pai e sua promessa também é voz suprema.

Iluminai o nosso espírito,infundi-nos amor santo e dai-nos forças contra o pecado, repeli os nossos inimigos, dai-nos a Paz,

guiai-nos e com vosso auxilio evitaremos os perigos. Mostrai-nos o Pai e o filho de que vos sois o Espírito Uno e que em vossa santíssima trindade seja firme a nossa fé. Glória ao Pai, ao filho e a vós Paracleto santo, por todos os séculos dos séculos. Assim seja. Oremus: Graças vós dou Divino Espírito santo, pelos Dons que dignastes dispensar-me, em cumprimento das promessas do filho ressuscitado e para sempre no Céu, a direita do Pai. Concedei-me Espírito santo mais essa graça, a de ser beneficiado com a vossa inspiração nos perigos e em todas as ocasiões de incerteza, para que eu possa me manter fiel aos preceitos de Deus Uno e Trino. Glória vós sejam dadas por todos os Séculos dos Séculos. Assim Seja.

Saravá Umbanda!
Pai Congo.
por João B.G.Fernandes

A consciência dos filhos ainda não pode conceber o que “é” Umbanda, e muitos não compreendem seus arcanos secretos. Poucos filhos na Terra têm a exata compreensão e entendimento desta Senhora da Face Velada e não conseguem encontrar palavras para interpretar o que eles percebem ou intuem através das suas faculdades medianímicas.

Daí a dificuldade de explicar o Sagrado, o Ombhandhum milenar, renascido através do Caboclo das Sete Encruzilhadas pela mediunidade de seu protegido, o filho Zélio, nas terras da Santa Cruz.

Mas se a grande maioria dos filhos ainda não sabe o que “é” Umbanda, já é tempo de saber o que a Umbanda “não é!”. Umbanda não é culto a Orixá. Umbanda é culto á caridade. Umbanda cultua o amor, a humildade, a simplicidade, o respeito a natureza, o respeito ao semelhante, a alegria de servir, de sentir-se privilegiado em poder estender a mão em nome da fraternidade, de olhar o universo com reverência e falar com o Pai Supremo com profunda veneração!

O Orixá, que nós muito respeitamos, Senhor da Luz Primaz, esta energia cósmica e Onipresente, não necessita culto. Eles são o que são com ou sem o reconhecimento dos filhos de fé! São como a luz do sol, que muito embora desponte no horizonte em seu carrilhão de fogo quando ainda muitas criaturas ainda dormem, nem por isso brilha menos na sua magestosa apoteose de luz!

A Umbanda desceu ao plano físico por ordem dos Orixás, para que a humanidade, compreendendo Sua existência, reverenciasse o Criador dos Mundos, O Senhor dos Universos, Deus, Nosso Pai Celestial. A Umbanda se fez presente através da força dos Senhores Solares como uma benção em favor das ignorâncias estagnadas, intelectualizadas, que hipertrofiam seus cérebros com conhecimentos e esvaziam seus corações de sentimentos mais dignos! As forças gigantescas do universo, os Portentosos Senhores do carma, não necessitam ser cultuados, bastando que Os respeitem através do amor incondicional ao próximo e que representem este amor, não acendendo velas em seus santuários nem com oferendas em seus congás; mas que Os reverenciem na luz interior de seus próprios corações, reeducados no serviço ao próximo e na comunhão de todos no sentido da elevação da consciência através dos ensinamentos dos Grandes senhores Avatares que já estiveram aqui neste mundo, como Moisés, Krishna, Buda, Zoroastro, Jesus…Todos, como grandes estrelas descidas dos céus, trouxeram, cada um a seu tempo, verdadeiras pérolas do conhecimento da Sagrada Árvore da Vida Eterna mas a humanidade, em sua pequenez de alma e gigantismo de egos, traduziu e ensinou as escrituras de acordo com sua limitada compreensão, degenerando o verdadeiro conhecimento que andou por caminhos escusos, fomentando desprezíveis defecções na mensagem que deveria ser a maior herança para a humanidade.

Assim é que este “nego véio”, sem o palavreado simples da senzala, vem pedir aos filhos de terreiro, que, se não podem ou não conseguem ainda compreender a Umbanda, que deixem o tempo, Mestre por excelência, trazer o conhecimento no momento certo, quando a consciência dos filhos estiverem mais maduras. Por ora, se quiserem de boa vontade realizar a Vontade do Pai Supremo, e agradar aos Orixás, que verguem para baixo seus narizes, quase sempre empinados e olhem para os irmãos infelizes que sem poderem acreditar em Deus de estômagos vazios e corpos nus, necessitam urgentemente acreditar nos homens, na palavra dos filhos de fé, no carinho da compaixão tal qual Jesus vos exemplificou. Isso trará mais esperança nos homens e maior compreensão de Deus e de Sua Justiça. A luz não pode ficar embaixo do alqueire, filhos meus, assim como também o discernimento e a coerência.

A Umbanda não é circo! Não é lugar para shows populares nem de mágicas ilusórias. A Umbanda é Sagrada, Orixá é Sagrado como também é Sagrado o filho de Deus que caminha por este mundo debaixo de provações e que necessita da compaixão e do carinho de seus irmãos de jornada. Pai véio vai embora, Aruanda chama, a lua já vai alta no céu, a sineta bateu. Mas “véio” volta outra vez pra falar de coração a coração.

Saravá Umbanda!

Nota do editor:

Queremos deixar claro que não somos contra ou menosprezamos aqueles que expressam sua espiritualidade através de oferendas aos Orixás, desde que de forma saudável e digna. Todos têm o livre arbítrio para acender velas ou fazer oferendas, de acordo com sua afinidade espiritual e os princípios da manipulação energética (magia) nos quais se orienta.

O que foi proposto pelo autor, no artigo acima, é que o umbandista tenha consciência que a maior oferenda a Deus (e aos Orixás) é o amor no coração e a paz na consciência, revertidos em favor ao próximo através da caridade. Isso vale mais do que mil velas acesas ou toneladas de frutas…

Os espíritos que orientaram Allan Kardec, na codificação espírita, não foram contra as oferendas, mas também quiseram demonstrar que o equilíbrio interior e a prece do coração são mais importantes a Deus.

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