Cores e a Umbanda

Cores e a Umbanda

Sabemos que nós , os Umbandistas , lidamos com as cores de uma maneira toda especial ,diferente de outras Religiões.

As cores possuem uma importância muito grande nos nossos rituais.

Encontramos o uso das cores nas guias , nas roupas , nas velas

e nas linhas de Umbanda. Para cada uma das linhas existe uma cor correspondente: Branca……………..: Oxalá ,

Pretos-Velhos e almas.

Azul………………..: Iemanjá

Marrom ……………: Xangô

Verde………………: Oxossi

Amarela…………..: Iansã

Vermelha…………: Ogum

Rosa……………….: Ibejis, crianças

Roxa……………….: Nanã ,

Eguns Branca e Preta……:

Omulú, Pretos-Velhos Preta e Vermelha.:Exús

Mas afinal , qual a importância das cores para o Homem?

Como as cores agem no organismo e no estado de espírito das pessoas?

Todos nós sabemos que desde que o homem surgiu na terra, os raios solares alimentaram-no e mantiveram-no aquecido e a cor da flora e da fauna foram relevantes para determinar o seu humor e temperamento.

A ciência que emprega as diferentes cores para alterar ou manter as vibrações do corpo na freqüência que resulta em saúde, bem estar e harmonia é denominada Cromoterapia ou Colorterapia.

Cromoterapia é a utilização da radiação cósmica (energia cósmica) — que se exterioriza pelo espectro solar nas diferentes cores que conhecemos –, em função terapêutica de equilíbrio e saúde, em decorrência de sermos fruto também dessa mesma radiação tanto na nossa natureza físico-material quanto energética-sutil ou espiritual.

Pelo lado sutil, os chacras, que são rodas de luz e cor em movimento: fazem a captação das energias superiores ou cósmicas e as transmutam numa forma utilizável pela estrutura humana; e assim nos sustentam energeticamente, aumentando e vitalizando a nossa força vital.

 

Zé Pelintra Existem várias formas de incorporação de Zé Pelintra, tendo cada um sua história de vida. Ou seja, o Zé Pelintra que conhecer, dificilmente o verá novamente incorporado em outro médium.

Podemos citar três formas comuns de incorporação de seu Zé Pelintra: a do mestre Juremeiro, a do baiano ou das almas e a do malandro.  Preto José Pelintra, como é conhecido no Catimbó ou Jurema, é uma forma de caboclo que trabalha na linha dos índios brasileiros com ervas e rezas para cura e salvaguardar seus fiéis. Profundo conhecedor dos segredos da Jurema, dizem que viveu boa parte de sua vida ao lado de índios brasileiros e absorveu seus conhecimentos. É muito conhecido no norte e nordeste brasileiro, tem grande influência nas matas e profundo respeito pelos santos católicos por ter sido batizado e seguido a Igreja Católica Apostólica Romana, especialmente Santa Bárbara.

Zé Pelintra da Bahia ou Zé Pelintra das almas vem de uma linhagem de antigos sacerdotes do Candomblé, poderoso em desmanchar feitiços e mazelas de seus adeptos, capaz de desafiar qualquer sacerdote sem se preocupar com os poderes de seu inimigo, é muito louvado em São Paulo e na Bahia, em sua “esquerda” torna-se seu patrono Ogum adquirindo seus poderes e ira deixando seus fiéis em grande temor pela capacidade e poder que adquire, tem como padrinho Santo Antônio e madrinha Nossa Senhora de Santana.

Zé Pelintra malandro é muito conhecido e louvado no sudeste e sul do Brasil trata-se de uma linhagem que andou entre a malandragem do Rio de Janeiro e São Paulo criado em portos e cabarés nas décadas passadas, envolvendo-se em brigas, amizades e mulheres sendo conhecido e respeitado por seus poderes em livrar seus adeptos e fiéis de perseguições e traições tem grande influência em magias dos mares pela sua amizade e respeito pelas entidades dos mares tendo como padrinho São Jorge e Nossa Senhora dos Navegantes.

Portanto é uma das únicas entidades que incorpora em qualquer culto afro-brasileiro seja na forma de um caboclo, baiano, Exu ou malandro. Bastante considerado, especialmente entre os umbandistas, como o espírito patrono dos bares, locais de jogo e sarjetas, embora não alinhado com entidades de cunho negativo, é uma espécie de transcrição arquetípica do “malandro”. No seu modo de vestir, diverge-se as três formas o típico Zé Pelintra é representado trajando terno completo na cor branca, sapatos de cromo, gravata grená ou vermelha e chapéu panamá de fita vermelha ou preta. Sua roupa se assemelha aos “zoot suit”, usada nos EUA por negros e latinos nas década de 1930 e 1940, bem como na Jurema de camisa comprida branca ou quadriculada com mangas dobradas e calça branca dobrada nas pernas, sem sapatos e com um lenço no pescoço nas cores vermelha ou outras, traz na mão sua bengala e seu cachimbo.

Na linhagem dos baianos ou das almas seu Zé Pelintra utiliza roupas de algodão comumente usadas entre os escravos e chapéu de palha diferenciando-se apenas por seu lenço vermelho ou cachecol vermelho e uma fita vermelha em seu chapéu, bem como porta sua bengala tipica. Contam que nasceu no povoado de Bodocó, sertão pernambucano, próximo a cidadezinha de Exu. Fugindo da terrível seca que assolava a cidade a família de José dos Anjos rumou para Recife em busca de uma melhor vida, mas o menino aos 3 anos perdeu a mãe. Cresceu, então, no meio da malandragem, dormindo no cais do porto e sendo menino de recados de prostitutas. Sua estatura alta e forte granjeou o respeito dos circunstantes. Sua morte seria um mistério.Aos 41 anos foi encontrado morto sem nenhum vestígio de ferimento.

Uma outra versão do mito alude a José Gomes da Silva, nascido no interior de Pernambuco, um negro forte e ágil, grande jogador e bebedor, mulherengo e brigão. Manejava uma faca como ninguém, e enfrentá-lo numa briga era o mesmo que assinar o atestado de óbito. Os policiais já sabiam do perigo que ele representava. Dificilmente encaravam-no sozinhos, sempre em grupo e mesmo assim não tinham a certeza de não saírem bastante prejudicados das pendengas em que se envolviam. Não era mal de coração, muito pelo contrário, era bom, principalmente com as mulheres, as quais tratava como rainhas.

Zé Pelintra é invocado quando seus seguidores precisam de ajuda com questões domésticas, de negócios ou financeiras e é reputado como um obreiro da caridade e da feitura de obras boas. A Umbanda é um culto legitimamente Brasileiro com seus próprios rituais e estrutura, enquanto o Catimbó é uma forma regional de sincretismo entre elementos tanto brasileiros, europeus, indígenas, portanto, animista, católico e naturalista. Na Umbanda, Zé Pelintra é um guia pertencente à linha do Povo da Malandragem, na Umbanda seu Orixá patrono é Ogum. Já no Catimbó, é considerado um “mestre juremeiro”.

Na Umbanda, Zé Pelintra é creditado como pertencente à linha das almas, cujos seres humanos desencarnados auxiliam no benefício da humanidade como forma de expiação de uma vida anterior de extrema dissipação material. Majoritariamente os seguidores de Zé Pelintra concentram-se nos ambientes urbanos de Rio de Janeiro e São Paulo, mas eles também podem ser encontrados no Nordeste do Brasil, entre os “catimbozeiros”, e nas áreas rurais de praticamente todo o país. Zé Pelintra, tanto na Umbanda como no Catimbó, é tido como protetor dos pobres e uma entidade de importância entre as classes menos favorecidas em geral, tendo ganhado o apelido de “Advogado dos Pobres”, pela patronagem espiritual e material que exerce. Um exemplo real chama-se Lala. É comum achá-lo em festas e exposições, sempre rindo. E é claro, sem fazer rir.suco detox

Mensagem do Sr. Zé Pelintra

Toda música pode ser cantada para todos os Orixás, desde que seja cantada de modo sagrado.

Dentro de cada mulher habita uma mulher maravilhosa,que nos sustenta, nos alimenta, que é amor, ternura e que criou toda essa terra para a gente abençoar.

Malandro é mulherengo? É sim.Ele não pode ver uma mulher, que ele ajoelha e bate a cabeça.

Esse é o mistério da malandragem.

O resto é besteira. Quem está falando aqui, é o chefe de uma grande falange de Zé Pelintra.

É o chefe de uma legião de Malandros,então, eu sei o que estou falando.

Malandro não é traficante de morro.

Se tiver traficante de morro como Malandro,ele já se converteu à Luz.

Dá para entender o que estou falando?

Malandro não faz mal a ninguém

.A Lei da Malandragem é a lei da alegria de viver.

É a lei de poder ajudar dentro da Lei Maior e da Justiça Divina,de modo feliz, alegre, espontâneo.

Essa é a Lei da Malandragem. Então, sou sim.

Sou mulherengo.Do lado sagrado, eu sou sim.

Toda mulher para mim, é mãe,toda mulher para mim é linda.

Não tem defeito.E os Malandros que são Malandros, sabem do que estou falando.

Então, se sintam amadas por um Malandro.

Eu já fui Mestre de Jurema,eu trabalho em qualquer Linha desta Umbanda Sagrada,que pra mim, é mãe.

E só podia ser mãe, por isso é sagrada.

Quem trouxe esta Linha da Malandragem foi o Zé Pelintra,para abrigar os milhares de espíritos que se encontravam desequilibrados no sentido do amor, da paixão.

Eles passaram por um processo de aprendizado,dentro deles foram tomados pela mãe, pelo sagrado feminino e servem com toda devoção.

Nosso símbolo é a lua.Eles trabalham de madrugada, sob a luz do luar.A luz do luar é nosso prazer, porque a mãe está olhando para a gente.

Quando firmar para Zé Pelintra e para Malandro,tenham consciência disto.

Eu não tolero qualquer tipo de desrespeito a qualquer mulher e quando eu vejo, vou em cima e mostro como se respeita uma mulher.

O feminino é o poder.O masculino só direciona esse poder.

Todo poder divino reside no feminino.O sagrado masculino dinamiza esse poder.

É profundo, não é? Deus abençoe, guarde e guie!Se precisarem de mim, estou à disposição.

Uma vela branca ou vermelha,um copo de água ou de pinga ou só o coração de vocês. Eu vou sempre estar ao lado de vocês para o que der e vier.

Deus abençoe!

      brasileirinho

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