Marinheiros na umbanda


SALVE O POVO DAS ÁGUAS!!

SALVE TODOS OS SEGUIDORES DE NOSSA MÃE IEMANJÁ!


PONTO DE MARINHEIRO:

Navio Negreiro no fundo do mar
Navio Negreiro no fundo do mar
Correntes pesadas arrastando na areia
A negra escrava se pos a cantar
A negra escrava se pos a cantar
Saravá minha Mãe Iemanjá
Saravá minha Mãe Iemanjá
Virou a caçamba pro fundo do mar
Virou a caçamba pro fundo do mar
Quem me salvou foi mãe Iemanjá
Quem me salvou foi mãe Iemanjá .


Salve Todos os marinheiros.

Marinheiro na Umbanda são entidades geralmente associada aos marujos, que em vida empreendiam viagens pelos mares, enfrentando toda sorte de infortúnios.
Ótimos guias para desmanche de feitiçaria, os marinheiros trazem com seu jeito alegre a dispersão de fluidos oriundos do baixo astral, bebericando sua cerveja, rum ou cachaça apesar de seu modo cambaleante, estão mantendo o equilibrio encimando ondas vibratórias densas que emanam de entidades maléfica, tratando todos guias e consul
entes de mano, sao entidades irmanadas no auxilio mútuo ao próximo.


Eles chegam do mar e desembarcam em terra, sua alegria é contagiante, abraçam a todos, brincando sempre, com aquele jeito meio “maroto”, embriagado. São os Marinheiros, grupo de Espíritos que trabalham na Umbanda em prol da caridade.

Eles conheceram muito bem o mar e a navegação, pois participaram da descoberta de novos mundos através das viagens que empreenderam que duraram anos e anos.


As Entidade de Marinheiro trabalham na Linha de Iemanjá e também de Oxum, que compõem o chamado “Povo da Água”. Seus conselhos e mensagens são sempre cheios de esperança e de fé. Costumam trabalhar em grupos. São fortes, pois enfrentarem guerras e mares agitados, mas também conheceram a calmaria e a bonança.

Dão consultas, passes e também fazem trabalhos fortes de descarrego que envolvam grandes demandas. Em algumas casas, também costumam trabalhar nas giras de desenvolvimento de Médiuns.

Quando dão consultas, essa Falange costuma ir direto ao ponto, sem rodeios, mas também sabem como falar aos consulentes sem criar um clima desagradável ou de medo. Assim, conseguem atingir fundo as almas dos aflitos que costumam procura-los em busca de auxilio e de esperança.

Carregam consigo um sentimento profundo de amizade. Nas consultas, gostam muito de ajudar àquelas pessoas que se apresentam com problemas amorosos. Seus conselhos são sempre fiéis e certeiros, têm uma grande responsabilidade e assumem o compromisso de um trabalho bem-feito.


Seu Martinho Pescador
Umbanda

Seu Martim Pescador
Que vida é a sua?
É bebendo cachaça
Caindo na rua
Eu também sei nadar
Eu também sei nadar no mar
Eu também sei nadar
Eu também sei nadar no mar
Eu também sei, também sei, também sei nadar
Eu também sei, também sei, também sei nadar
Na barra vi só dois navios
Perguntando se podia entrar
A barra já está tomada seu marujo
Nessa barra aqui quem manda é Oxalá
A barra já está tomada seu marujo
Nessa barra aqui quem manda é Oxalá


Seu Martim Pescador
Que vida é a sua?
É bebendo cachaça
Caindo na rua
Eu também sei nadar
Eu também sei nadar no mar
Eu também sei nadar
Eu também sei nadar no mar
Eu também sei, também sei, também sei nadar
Eu também sei, também sei, também sei nadar
Na barra vi só dois navios
Perguntando se podia entrar
A barra já está tomada seu marujo
Nessa barra aqui quem manda é Oxalá
A barra já está tomada seu marujo
Nessa barra aqui quem manda é Oxalá

As Quatro Velas

Quatro velas estavam queimando calmamente. O ambiente estava tão silencioso que se podia ouvir o diálogo que tratavam.

A primeira disse:

- Eu sou a Paz! Apesar da minha luz as pessoas não conseguem manter-me, acho que vou apagar.

E diminuindo devagarzinho, apagou totalmente.

A segunda disse:

- Eu me chamo Fé! Infelizmente sou muito supérflua. As pessoas não querem saber de Deus. Não faz sentido continuar queimando. Ao terminar sua fala, um vento levemente bateu sobre ela, e esta se apagou.

Baixinho e triste a terceira vela se manifestou:

- Eu sou o Amor! Não tenho mais forças para queimar. As pessoas me deixam de lado, só conseguem se enxergar, esquecem-se até daqueles à sua volta que lhes amam. E sem esperar apagou-se.

De repente… entrou uma criança e viu as três velas apagadas.

- Que é isto? Vocês deviam queimar e ficar acesas até o fim. Dizendo isso começou a chorar.

Então a quarta vela falou:

- Não tenhas medo criança, enquanto eu queimar podemos acender as outras velas, eu sou a Esperança!

A criança com os olhos brilhantes pegou a vela que restava e acendeu todas as outras.

“QUE A VELA DA ESPERANÇA NUNCA SE APAGUE DENTRO DE NÓS”.

USO DE FERRAMENTAS PELOS GUIAS ESPIRITUAIS

Muitos guias espirituais usam ferramentas para absorver energias condensadas, atrair ou projetar ondas vibratórias, descarregar os médiuns e os consulentes de energias negativas, etc.
Para muitos que desconhecem os fundamentos da Umbanda, para os que estão iniciando na religião ou mesmo para aqueles que estão apenas visitando um terreiro para tomar um passe, as ferramentas utilizadas pelos guias aparentam ser apenas adereços e símbolos para chamar a atenção e tornar o ritual cheio de pompas.
Mas tudo na Umbanda tem sua razão de ser e existir. Nada é por acaso.
Antes de explicar para que servem as ferramentas utilizadas pelos guias espirituais, vamos conhecer algumas:
· Pretos / Pretas velhas: cachimbo, bengala, rosário, terço, figa, crucifixo, lenço, xale, chapéu
de palha, cigarro de palha, etc.
· Exú: tridente, corrente, marafo, charuto, cigarro, capa, cartola, guias de aço, etc.
· Pomba-gira: batom, cigarrilha, anéis, colares, saias, lenços, joias, etc.
· Caboclos de Oxóssi: penachos, cocares, arco e flecha, charuto, cuia, etc.
· Caboclos de Ogum: lança, espada, elmo, espada de São Jorge ou Ogum, etc.
· Caboclos de Xangô: oxé (machado de pedra de duas pontas), pedras, charuto, etc.
· Baiano: chapéu, cigarro de palha, badulaques, coco verde, facão, etc.
· Marinheiro: boné branco, copo com pinga, cigarro, cordas, etc.
· Boiadeiro: chicote, chapéu, cinto, lenço, etc.
· Obaluaye / Omulú: roupa de palha da costa, xaxará, pipocas, etc.
· Cigano: baralho, lenço, incenso, pedras, joias, almofadas, etc.
· Erês: brinquedos, bexigas, doces, bebidas, óculos coloridos, bonés, saias, etc.
Há outras linhas de trabalho nos terreiros, por isso enumeramos as mais conhecidas com apenas
algumas ferramentas que cada uma delas utiliza, cada qual com sua devida utilidade não servindo
apenas como mero adereço, como um batom, por exemplo.
Para que servem as ferramentas?
Algumas ferramentas como chapéus, cocares, capas, saias, etc., servem como proteção ao
médium girante; outras como bengalas, tridentes, espadas, flechas, etc., servem como um meio para
descarregar o médium ou o consulente; e há também as ferramentas como incenso, joias, pedras, coco
verde, doces, bebidas, etc., que servem para atrair e carregar o médium girante com energia positiva,
ajudando no seu fortalecimento, equilibrando-o e acalmando-o.
Não há uma regra com relação à função de cada ferramenta, pois os guias utilizam a mesma
ferramenta para diversos usos, dependendo de sua vontade e do objetivo que ele quer atingir, como por
exemplo, a bengala do preto velho pode descarregar o médium, mas também pode servir como meio
para atrair energia positiva e carregar o médium.
Como são utilizadas as ferramentas?
Cada guia espiritual utiliza a ferramenta de acordo com seu fundamento e axé e há variação no
uso ou no tipo de ferramenta até mesmo entre guias de mesma linha - como a linha de caboclos Pena
Branca, onde um caboclo pode utilizar um cocar e outro utilizar apenas uma cuia com água e mel. O
médium girante também influencia na escolha da ferramenta, pois o seu corpo é um transmissor e
receptor de energias, mas a facilidade por onde “entra e sai” energia do seu corpo (que pode ser através
das mãos ou dos pés ou da cabeça ou do tronco, etc.) é o que ajuda o guia a definir qual ferramenta
utilizar.
Para fazer o uso das ferramentas iremos descrever - com linguagem humana e pobre - como um
(a) preto (a) velho (a) faz uso das mesmas:
I. Chapéu de palha, lenço, xale, etc.
a. Energia positiva: atrai bons fluídos e energia para a coroa do médium.
b. Energia negativa: protege a coroa do médium de vibrações negativas que estão no ambiente e
ainda não foram processadas durante o ritual.
II. Cachimbo, cigarro de palha, cigarro, etc.
a. Energia positiva: o odor do fumo sendo queimado atrai bons fluídos ao médium e ajuda na
concentração.
b. Energia negativa: queima os miasmas do corpo do médium e dos consulentes.
III. Rosário, terço, figa, crucifixo, guia de contas, etc.
a. Energia positiva: concentra energia positiva e fluído de essência divina para ser repassado ao
médium ou aos consulentes. Também serve como meio para o médium se concentrar no trabalho do
guia.
b. Energia negativa: concentra energia negativa que está no corpo do médium ou do consulente
sendo descarregada quando a ferramenta é jogada ao chão ou quando ela quebra.
IV. Bengala, espada de Ogum, lança de Ogum, galho de guiné, etc.
a. Energia positiva: concentra energia positiva e fluído de essência divina para serem repassadas ao
médium ou aos consulentes.
b. Energia negativa: concentra energia negativa que está no corpo do médium ou do consulente
sendo descarregada quando a ferramenta é batida no chão.
V. Comidas e bebidas como café, bolo de fubá, mandioca, arroz, etc.
a. Energia positiva: concentra energia positiva e fluído de essência divina para ser repassado ao
médium ou aos consulentes.
b. Energia negativa: concentra energia negativa que está no corpo do médium ou do consulente
sendo descarregada quando descartado (cuspido) no “cuspidor”.
VI. Tapete de folhas, tapete de palha, chinelo de palha, etc.
a. Energia positiva: concentra energia positiva e fluído de essência divina localizado no congá para
ser repassado ao médium ou aos consulentes.
b. Energia negativa: concentra energia negativa que está no corpo do médium ou do consulente
sendo descarregada quando o guia bate os pés e ou as mãos contra a ferramenta ou contra o chão.
Para deixar bem claro, quem direciona o
tipo de energia, positiva ou negativa, para a
ferramenta é o guia espiritual, pois é ele que está
visualizando o excesso ou a falta dessas energias,
é ele que sabe como manipular essas energias,
sem afetar o médium ou o consulente.
Mas quem é que define as ferramentas que
os guias utilizarão nos trabalhos? Os próprios
guias!
Por mais “legais e belas” que achamos
algumas ferramentas, e até gostaríamos de
presentear nossos guias, somente os guias é que
pedirão, ou não, as ferramentas. Somente os
guias é que sabem quais as ferramentas que eles
mesmos utilizam e se são ou não necessárias.
Há casos em que alguns terreiros proíbem
o uso de ferramentas pelos guias, mas é claro que
os guias sabem dessa “proibição” e por isso,
manipulam as energias de outras maneiras,
reforçando o direcionamento das energias para
assentamentos ou para o altar, por exemplo.
E se o médium girante quiser presentear
um guia espiritual com uma ferramenta? E se um
consulente presentear o guia espiritual de um
médium com uma ferramenta?
Quando decidimos presentear um guia
espiritual que trabalha conosco, através do uso de
nossa mediunidade, o melhor que se tem a fazer é
perguntar para ele (ou pedir para que outra
pessoa pergunte para o guia) se o presente será
útil ou será uma coisa para atrapalhar. Acredite:
se o guia precisar de uma ferramenta ele pedirá
ao médium ou ao cambono do médium girante, e
às vezes, o que chamamos de “intuição”, como
num caso desses, pode ser apenas uma “vaidade”
de nossa parte. Todo cuidado é pouco.
Se um consulente resolve presentear o
guia espiritual devemos ter em consciência o
seguinte caso: a consulta com o guia espiritual é
gratuita, logo um presente pode caracterizar,
indiretamente, como pagamento por um “serviço
bem feito”. A vaidade do médium também pode
ser exacerbada com este ato. O procedimento
neste caso é: alertar para que os consulentes não
ofereçam presentes aos guias espirituais, mas
caso aconteça, o consulente deve oferecer o
presente diretamente para o guia que saberá o que
fazer com o presente.
E para finalizar este texto, uma dúvida de
muitas pessoas é: uma guia de contas estourou
durante a gira, isso foi descarrego?
Sim e não. Sim se o médium estava muito
carregado negativamente e a única ferramenta
que estava em seu poder era a guia de contas, daí,
em decorrência do excesso de energia ela pode
estourar. Porém não é sempre que uma guia de
contas estoura em decorrência do excesso de
energia. O médium constantemente molha a guia
de contas em banhos de firmeza, amaci e até
mesmo com o próprio suor. Alguns colocam as
guias para energizar com a luz solar ou com a luz
lunar. Esse processo de molhar e secar a guia por
diversas vezes faz com que o fio de nylon da guia
de contas não suporte tanta variação e quebre, e
claro, como o médium só utiliza a guia de contas
em dias de gira, é nesse momento que vai haver o
“estouro” da mesma, e isso não é descarrego.



Bom dia a todos irmãos e irmãs de fé

"Zifios, nega nunca si isqueci duma noiti im qui nóis custumava cultuá us Exú na senzala, isso antis dus sinhô tenta obriga nóis a bate cabeça prus santu católico.
Elis tinha medu das gira qui nóis fazia, mais num sabia cumo impidi.
Tentava fazê nois trabaiá até mais tardi achanu qui nóis num ia guentá, nóis num guentava memu mais cuntinuava si isforçanu pra cumpri as ubrigação i sempri tinua uma gira prus Exú.
Um dia elis resorveru prende tudo nóis nas algema, uns dentru da senzala otros nu tronco, otros dentru dus depósitu da sementi.
Cumeço chega pertu da hora qui nóis fazia as gira, nega cumeço a cuncentra pidinu perdão i força pra entidadi, oranu pidino socorro, ajuda.
Quandu deu pur volta das meia noiti qui era u horário qui nóis cumeçava as obrigação, nega fala horário agora, naquelas épuca nóis nunca tinha visto um relógio na vida, inda menus sabia lê as hora dum.
Bão, deu meia noiti u sino da ingrejinha da fazenda cumeço a badalá, i badalava sem pará, mais nun tinha ninguém na igreja.
Us capitão sairu pra fora tudo cum medu i cumeçaru a atira nus redor du sino pra vê si acertava arguém, mais só pega a us tiro nu sino i as badalada num parava. Sinhô di ingenhu saiu curreno da casa grandi gritanu pra elis qui num pudia atirá contra a ingreja qui era pecadu, qui era pra elis entra lá i vê quem era.
Elis foru cum mais medu ainda, mais as porta num distrancava, elis virava aquelas chavi, e num parava mais di virá, mais as porta num abria, tentaru chutá as porta, mais as madera fina num cedia.
Elis vieru pra nega i falaru: _ Suncê manda essis diabu saí da ingreja preta incardida.
Neg virô i falô: _Mais diabu num entra im ingreja.
Elis sortaru a nega i mandaru nega para cum aquela bruxaria.
nega foi na frenti da igrejinha, injueiô i cumeço a invocá as entidadi, pidino pra para aquilo, já agradicida di ta senu ajudada naquela situação, quandu nega ia levantá pra fala pra elis sorta us otro fio, u curpu di nega istremeceu, as vista pretejô i nega num viu mias nada, us fio qui tava junto ca nega falaru qui nega riscô um pontu nu chão i suzinha cumeçô a gira na frenti da ingreja, us capitão foru paralisadu i num cunsiguia imidi, neg girava i batia parma, nega feiz um circulo nu chão giranu im vorta di si mema, injueiô di novo bateu treiz veiz na terra, levanto i bateu parma treis veiz.
U sino deu mais treiz badalada forti i paro, i di longi iscutaru as porta distrancá i caí nu chão tudo quebrada cum as marca dus chuti.
Daqueli dia u pessuá das casa pararu di tentá impidi us trabaio, i fou quandu cumeçaru a pidi prus padri inicia us negu da senzala nus ritu católico.
Mais num mudô muito, pruquê pra Deus nega nunca mintiu, mais prus homi da terra sim, pra num perdê as raiz di ondi tinha nascido, mais nega num si incomodo não im aprende sobre us santo, sobri nosso Sinhô Jesus, nega aprendeu a rezá i sempri qui pudia fazia as oração agradecenu i pidinu as bença prus iscravisadu, i prus iscravisadô cunformi nega aprendia nas missa, qui divia amá a quem fazia mal."

Ditado pelo espírito da Preta Velha Mãe Maria Conga


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conheça os pontos cantados de marinheiros.

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Que justiça existe em encontrarmos novamente com aqueles que nos fizeram sofrer? Não é estender o sofrimento? De forma alguma. É oportunidade de reparação. Ninguém sofre indevidamente. Se hoje o pranto molha nossas faces é porque um dia fizemos as lágrimas jorrarem dos olhos de nossos semelhantes. Se somos prejudicados por alguém é porque um dia também já prejudicamos. Não existem inocentes neste plano Terra. Estarmos em contato, novamente, com quem prejudicamos ou nos prejudicou é uma oportunidade bendita de reparação. Não há como construirmos um “Reino do Céu” para nós deixando para trás histórias incompletas e ligações com rancor, vingança ou ressentimento. Quem seria feliz sabendo que alguém nos quer mal ou querendo mal a alguém? Acho bem mais simples acreditar que só vivemos uma vez... *Bom dia

 

 


"Lembremo-nos que neste Natal, muitos irmãos passarão esta data sem a companhia querida de entes amados que partiram durante o curso deste ano. Ofereçamos uma oração sincera a estes amados irmãos que como tantos outros hoje se encontram nas galerias de nossas lembranças mais queridas, unidos a nós pelos laços do amor. Elevemos nossos corações nesta comunhão de íntimo amor e carinho, pois o Natal, é Natal em todos os lugares. Oremos com o mais puro sentimento de devoção e irmandade e vibremos um natal iluminado aos nossos irmãos no outro plano também." Sabedoria de Preto Velho

 

 


Lendas De Oxossi

Como Oxossi Virou orixá

Odé era um grande caçador. Certo dia, ele saiu para caçar sem antes consultar o oráculo Ifá nem cumprir os ritos necessários. Depois de algum tempo andando na floresta, encontrou uma serpente: era Oxumaré em sua forma terrestre. A cobra falou que Odé não devia matá-la; mas ele não se importou, matou-a, cortou-a em pedaços e levou para casa, onde a cozinhou e comeu; depois foi dormir. No outro dia, sua esposa Oxum encontrou-o morto, com um rastro de cobra saindo de seu corpo e indo para a mata. Oxum tanto se lamentou e chorou, que Ifá o fez renascer como Orixá, com o nome de Oxossi.
Orixá da Caça e da Fartura !!!


Em tempos distantes, Odùdùwa, Rei de Ifé, diante do seu Palácio Real, chefiava o seu povo na festa da colheita dos inhames. Naquele ano a colheita havia sido farta, e todos em homenagem, deram uma grande festa comemorando o acontecido, comendo inhame e bebendo vinho de palma em grande fartura. De repente, um grande pássaro, pousou sobre o Palácio, lançando os seus gritos malignos, e lançando farpas de fogo, com intenção de destruir tudo que por ali existia, pelo fato de não terem oferecido uma parte da colheita as feiticeiras Ìyamì òsóróngà. Todos se encheram de pavor, prevendo desgraças e catástrofes. O Rei então mandou buscar Osotadotá, o caçador das 50 flechas, em Ilarê, que, arrogante e cheio de si, errou todas as suas investidas, desperdiçando suas 50 flechas. Chamou desta vez, das terras de Moré, Osotogi, com suas 40 flechas. Embriagado, o guerreiro também desperdiçou todas suas investidas contra o grande pássaro. Ainda foi, convidado para grande façanha de matar o pássaro, das distantes terras de Idô, Osotogum, o guardião das 20 flechas. Fanfarrão, apesar da sua grande fama e destreza, atirou em vão 20 flechas, contra o pássaro encantado e nada aconteceu. Por fim, todos já sem esperança, resolveram convocar da cidade de Ireman, òsotokànsosó, caçador de apenas uma flecha. Sua mãe, sabia que as èlèye viviam em cólera, e nada poderia ser feito para apaziguar sua fúria a não ser uma oferenda, uma vez que três dos melhores caçadores
falharam em suas tentativas. Ela foi consultar Ifá para òsotokànsosó. Os Babalaôs disseram para ela preparar oferendas com ekùjébú (grão muito duro), também um frango òpìpì (frango com as plumas crespas), èkó (massa de milho envolta em folhas de bananeira), seis kauris (búzios). A mãe de òsotokànsosó fez então assim, pediram ainda que, oferecesse colocando sobre o peito de um pássaro sacrificado em intenção e que oferecesse em uma estrada, e durante a oferenda recitasse o seguinte: "Que o peito da ave receba esta oferenda". Neste exato momento, o seu filho disparava sua única flecha em direção ao pássaro, esse abriu sua guarda recebendo a oferenda ofertada pela mãe do caçador, recebendo também a flecha certeira e mortal de òsotokànsosó. Todos após tal ato, começaram a dançar e gritar de alegria: "Oxossi! Oxossi!" (caçador do povo). A partir desse dia todos conheceram o maior guerreiro de todas as terras, foi referenciado com honras e carrega seu título até hoje. Oxossi.

iParece ser maçante, mas vamos falar de amor. Você sabe amar? Você sabe amar na raiva? Você sabe amar na tristeza? Você sabe amar na ofensa? Você sabe amar na traição? Vejam bem, amar não é o perdão que resgata o passado e tenta fazer dele um presente melhor, não ou nem sempre, perdoar é literalmente esquecer e, principalmente, recomeçar. De quais formas, ou de que jeito será esse recomeço, aí vai de cada um. Mas na síntese, amar é perdoar e recomeçar, além do passado. Daqui para frente, será outros caminhos. Faz um esforço, perdoa, tenta vencer essa mágoa, esse rancor, enterra o passado dolorido e recomeça com o hoje.


Conhecendo As cidades Do Paraná

Dr. Camargo.

Relação de cidades a até 100 km

CIDADE / UF...KM

Doutor Camargo
Municípios vizinhos de Doutor Camargo
Ivatuba 7.5 km    
São Jorge do Ivaí 13.7 km    
Floresta 15.9 km
Ourizona 17.2 km    
Paiçandu 19.9 km    
Mandaguaçu 25 km
Jussara 26.7 km    
Itambé 27.2 km    
Floraí 28 km
Presidente Castelo Branco 29 km
Engenheiro Beltrão 29.7 km    
Maringá 31.7 km
Terra Boa 33.8 km    
Japurá 35.6 km    
Quinta do Sol 36.3 km
São Tomé 36.9 km    
São Carlos do Ivaí 37.2 km    
Nova Esperança 38.2 km
Sarandi 39 km    
Cianorte 41.4 km    
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Altar Virtual

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Altar Virtual de Marinheiros ... Esse é um espaço onde colocamos diversos pensamentos e o nosso principal objetivo é a divulgação da nossa Umbanda.

O luxo na Umbanda

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O luxo na Umbanda Hoje tomei a liberdade de transcrever um trecho de um ... capa, tridente e cartola, o marinheiro usa uma “farda” como se fosse um autêntico ...

Dicionário na Umbanda

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Abaçá – Templo, tenda, terreiro de Umbanda. ... significar o próprio orixá, quando se trata de um preto-velho, caboclo, bahiano, boiadeiro ou marinheiro.

Centro Pai João de Angola

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Altar Virtual de Preto velho · Altar Virtual de Nossa Senhora Aparecida · Altar Virtual de Yemanja · Altar Virtual de Cosme e damiao · Altar Virtual de Marinheiros.

Umbanda conceito básico.

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Texto extraído do Livro "Umbanda - Mitos e Realidades" de Iassã Ayporê Pery. ... Oração às Mulheres Por Zé Pilintra · Nomes de Marinheiros na Umbanda ...

Expressões


Aos Médiuns da Corrente

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Não há um só médium de Umbanda que não tenha em sua vida uma fonte de ... a sabedoria do preto velho, a alegria da criança, o equilíbrio do marinheiro, ...

Oferenda de yemanjá

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Iemanjá é o Orixá feminino da Umbanda a que pertencem os dias de segunda- feira. É o Orixá da ... Iemanjá, na Umbanda, é assimilada, à Nossa Senhora da Glória, festejada a 15 de agosto de cada ano. Na Bahia .... Umbanda · Marinheiros.

Pai Serafim de Aruanda

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Achava bonito a Umbanda, gostava do cheiro das ervas e do cachimbo dos vôs, mais daí então a ser médium era demais para ele. .... este ponto de forças tem dentro da Umbanda e ainda vale lembrar que em outras situações .... Marinheiros.


Aos Médiuns da Corrente

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Não há um só médium de Umbanda que não tenha em sua vida uma fonte de ... a sabedoria do preto velho, a alegria da criança, o equilíbrio do marinheiro, ...

Oferenda de yemanjá

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Iemanjá é o Orixá feminino da Umbanda a que pertencem os dias de segunda- feira. É o Orixá da ... Iemanjá, na Umbanda, é assimilada, à Nossa Senhora da Glória, festejada a 15 de agosto de cada ano. Na Bahia .... Umbanda · Marinheiros.



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